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Produto Nacional para exportação !(inferno)

João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de “Bandido da Luz Vermelha”, em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.

Gastava o dinheiro obtido com os assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.

Prisão
João Acácio foi preso em 8 de agosto de 1967, enquanto estava foragido no Paraná, foi acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos, sendo condenado a 351 anos, 9 meses e três dias de prisão, dizem que cometeu estupro ou que teve relações sexuais com as vítimas de seus crimes, porém não foi acusado deste crime (o comentário era que recebia muitas visitas de mulheres desconhecidas que choravam sua ausência). Após cumprir os 30 anos previstos em lei, é libertado na noite do dia 26 de agosto de 1997. Após libertado, ganha fama na cidade onde passa a morar (Joinville, em Santa Catarina), tinha obsessão em vestir roupas vermelhas e quando alguém lhe pedia um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra “Autógrafo”.

Morte
Após apenas quatro meses e vinte dias em liberdade João foi assassinado com um tiro de espingarda no dia 5 de janeiro de 1998, durante uma briga com um pescador na cidade de Joinville, Santa Catarina. Nelson Morelato investigador da policia civil de campinas frustrou a fuga de João no ano de 1976.

Referências gerais
Sua vida de crimes inspirou o filme O Bandido da Luz Vermelha de 1968, do cineasta Rogério Sganzerla, em que foi vivido pelo ator Paulo Villaça. Apesar de ser um filme verídico, seu final porém foi fictício no qual o personagem principal comete suicídio. Também foi tema do Linha Direta Justiça da Rede Globo.

Foi satirizado pelos humoristas do programa Hermes & Renato da MTV onde até fez um clipe com “Demo Lock MC” (uma sátira de Satanás).

Pedro Rodrigues Filho, vulgo Pedrinho Matador, (Santa Rita do Sapucaí, 1954) é um homicida psicopata brasileiro.

Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

Biografia
Nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco.

Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito[quem?] de Alfenas, Minas Gerais, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, e foram viver juntos. Assumiu as tarefas do falecido e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.

Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. O matador ainda não tinha completado 18 anos.

Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além das facadas, arrancou o coração do pai e comeu um pedaço.

Pedrinho pisou na cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Em 2003, apesar de já condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira proíbe que alguém passe mais de 30 anos atrás das grades. Mas, por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.

Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e botou a correr os outros dois. Matou um colega de cela porque ‘roncava demais’ e outro porque ‘não ia com a cara dele. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar , tatuou no braço esquerdo: ‘Mato por prazer’

Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata – alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era ‘a afirmação violenta do próprio eu’. Diagnosticaram ‘caráter paranóide e anti-socialidade’.

Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007 [1] Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. Porém seu paradeiro na capital cearense é desconhecido desde então.

Segundo as leis penais brasileiras, uma pessoa deve ser colocada em liberdade após cumprir 30 anos de prisão.

Alguns dos assassinos em série mais famosos do Brasil, por número de vítimas
Francisco das Chagas Rodrigues de Brito

Número de vítimas: 42
Local dos crimes: Altamira (PA) e São Luís (MA)
Período: 1989 a 2004

Francisco das Chagas levava os moleques para o meio do mato. Depois ele estrangulava. Ele emasculava as crianças. Ele punha a cabeça sempre perto de uma árvore chamada tucum. Ele colocava a genitália em cima da cabeça próximo ao tucum. E se tivesse tucum à direita ou a esquerda ele esticava os braços da criança e amputava um ou dois dedos. Em alguns ele cortava o dedo, em outros não”. Esse era o ritual dos crimes cometidos por Chagas segundo Vasques. O psiquiatra e legista disse ainda que Chagas falou que uma entidade aparecia e mandava ele fazer essas coisas.

Marcelo Costa de Andrade – O Vampiro de Niterói
Número de vítimas: 14 ou mais
Local dos crimes: Niterói e Baixada Fluminense, Rio
Período: 1992 a 1993
Adriano da Silva – O Monstro de Passo Fundo
Número de vítimas: 12 ou mais

Marcelo viveu parte da sua infância na Rocinha, uma favela do Rio de Janeiro. Vivia num lar desestruturado, e sua mãe, uma empregada domestica, apanhava constantemente do marido. Foi mandado por um período para a casa dos avós, no Ceará, local onde disse que apanhava muito. Tempos depois foi mandado de volta para o Rio de Janeiro, onde constantemente era vitima de maus tratos pelos novos companheiros dos pais, que haviam se separado. Foi nesse período que foi abusado sexualmente por um homem mais velho.

Adolescência conturbada
Foi então internado em um colégio para meninos, mas não tinha bom desempenho nas aulas. Lá era hostilizado pelos colegas e chamado de retardado[2]. Aos catorze anos foi mandado embora do internato, pois a instituição só acolhia jovens de 6 a 14 anos.

Assim que saiu do internato passou a se prostituir. Segundo Marcelo, sempre era passivo durante seus programas, mas certa vez um homem mais velho o teria obrigado a ser ativo, o que o perturbou muito. Nessa época ele tentou cometer suicídio. Tempos depois ele foi enviado para Funabem, mas meses depois fugiu e voltou a se prostituir, sendo que aos dezesseis anos foi morar com outro homossexual, Antonio Batista Freire, que começou a sustentá-lo e o apresentou à Igreja Universal do Reino de Deus. Mesmo com o sustento do companheiro, Marcelo continuava a se prostituir, até que se separou do porteiro e voltou para a casa da família.

A partir daí largou a prostituição e começou a trabalhar formalmente, ajudando a família nas contas e nos afazeres domésticos.

Marcelo freqüentava os cultos da seita a cerca de dez anos na época, além de assistir as celebrações pela TV diariamente. Segundo ele, foi num desses cultos que ouviu que quando as crianças morrem, elas vão para o céu. Segundo a lógica do assassino, ele não matava adulto, pois poderia os estar mandando para o inferno.

A mesma seita da igreja era uma parte importante da vida de Marcelo. Quando não estava lendo as pregações do bispo Edir Macedo, estava lendo revistas pornográficas. Gostava de ouvir músicas da Xuxa e de outros ídolos infantis da época. A mãe de Marcelo conta que ele tinha o estranho hábito de ficar ouvindo uma fita gravada de quando o irmão mais novo estava chorando.

Crimes descobertos
No dia 16 de dezembro de 1991, Altair Medeiros de Abreu, de 10 anos, teria saído com seu irmão, Ivan Medeiros de Abreu até a casa de um vizinho, que lhe havia prometido oferecer um almoço. Na época o pré-adolescente morava numa zona de pobreza do bairro do bairro Santa Isabel, em São Gonçalo, município vizinho de Niterói. Os dois eram filhos de Zélia de Abreu, empregada doméstica que possuía mais cinco filhos. [3]

Quando os dois garotos passavam pela estação central de Niterói, os dois foram abordados por Marcelo, que segundo Altair teria lhe oferecido cerca de quatro mil cruzeiros para que os dois o ajudassem a realizar um ritual religioso católico. Os três pegaram um ônibus e foram parar numa praia deserta, nos arredores do Viaduto do Barreto. Nesse momento, Marcelo tentou beijar o garoto mais velho, que fugiu assustado, mas sendo capturado em seguida e derrubado no chão; atordoado, ele viu seu irmão Ivan ser abusado sexualmente por Marcelo, que após o ato, o enforcou, avisando Altair que seu irmão estava dormindo.

Assustado, Altair passou a fazer tudo o que Marcelo queria, sendo depois levado pelo assassino até um posto de gasolina onde se limpou sobre os olhos atentos de Marcelo. Os dois dormiram em um matagal, e na manhã seguindo partiram para o Rio de Janeiro. Segundo consta, durante o trajeto Marcelo teria se oferecido para morar com Altair, que teria concordado imediatamente. Nos depoimentos apos o crime, Marcelo disse que teve piedade do garoto, pois ele teria sido “bonzinho” [4] e prometido ficar com ele. Na época, Marcelo trabalhava como distribuidor de plafletos, e teria que aparecer no trabalho para buscar seus papéis. Assim que se distraiu, Altair aproveitou e fugiu do assassino.

Quando chegou em casa, por carona, Altair não revelou que seu irmão havia sido morto, só revelando o crime para uma das irmãs mais velhas dias depois. Marcelo não teria tentado procurar Altair nem tentado esconder o corpo, voltado no local do crime tempos depois para modificar a posição do corpo. Corpo esse que foi encontrado por policiais horas depois. Segundo consta, as mãos do garoto estavam dentro dos shorts, o que afastou a tese inicial de afogamento, sendo constatado o abuso sexual no IML.

Quando o corpo foi identificado pela mãe de Ivan, Altair levou os policiais até o trabalho de Marcelo, que confessou o crime imediatamente, não demonstrando surpresa.

Em série
Na delegacia, Marcelo confirmou ser o autor de mais doze assassinatos. Ele revelou um dos seus primeiros crimes. Segundo o próprio, em junho do ano de 1991, ele havia acabado de descer de um ônibus quando viu o garoto Odair Jose Muniz dos Santos, de onze anos, pedindo esmolas na rua. Marcelo então o convenceu supostamente para ir até a casa de uma tia e pegar cerca de 3000 cruzeiros para dar o garoto. Mas na verdade Marcelo o atraiu até um campo de futebol e tentou abusar do menino, como não conseguiu, o enforcou.

“(…)Não reparei se ele estava vivo ou morto quando o estuprei. Não consegui me satisfazer. Apertei sua garganta mais uma vez para garantir que a alma dele fosse para o céu.” [4]

Logo após, Marcelo foi para casa jantar e voltou mais tarde, onde decapitou o corpo do garoto. Marcelo afirmou que fez isso com o garoto para se vingar do que faziam com ele durante a época que viveu no internato. Além disso, o assassino disse que se inspirava para cometer crimes nos cultos da seita da Igreja Universal do Reino de Deus.

Seu primeiro crime ocorreu em abril de 1991. Ele estava voltando do trabalho quando viu um garoto vendendo doces na avenida. Inventou a mesma história do dinheiro e do ritual religioso e o levou para um matagal. Tentou fazer sexo com o garoto, mas esse resistiu. Marcelo o agrediu com pedras e depois o asfixiou e o estuprou. Segundo ele foi a partir daí que não conseguiu mais para de cometer crimes. No seu segundo crime, matou Anderson Gomes Goulart, 11 anos, estraçalhou sua cabeça, bebeu o seu sangue enquanto o estuprava e depois quebrou seu pescoço.

Adriano da Silva – O Monstro de Passo Fundo
Número de vítimas: 12 ou mais
Local dos crimes: Rio Grande do Sul
Período: 2002 a 2004

Em janeiro de 2004. Na Polícia e em Juízo, Adriano, também conhecido como Monstro de Passo Fundo, revelou detalhes sobre as mortes dos meninos, revelando – sem demonstrar nenhuma emoção – como imobilizava suas vítimas. Garantiu também que só abusava sexualmente dos meninos depois de matá-los. Nunca, segundo o depoimento, levava nada das crianças, nem roupas ou objetos. Adriano já tinha sido condenado por latrocínio, roubo seguido de morte, formação de quadrilha e ocultação de cadáver, no Paraná. Silva era procurado desde 2001, quando teria escapado da cadeia no Paraná, onde cumpria pena de 27 anos pela morte desse taxista. Desde então, circulou pelo interior gaúcho sob nomes falsos e vivendo de bicos. Interrogado pelos policiais, Silva confessou os crimes. Dos 27 anos de detenção que tinha para cumprir, fugiu depois de seis meses. Durante as investigações feitas pela Polícia gaúcha do RS chegou a ser preso, mas foi solto por falta de provas. O assassino carregava luvas e um lenço, para não deixar impressões digitais. Questionado sobre tamanha brutalidade, Silva falou de “uma vontade íntima, de um vício”. Um detalhe espantoso nesse caso é que, nos últimos meses, antes de ser definitivamente acusado e confessar as oito mortes, o presidiário chegou a ser detido três vezes – uma por furto, outra por estar com uma faca e a terceira quando o avô de um dos meninos mortos suspeitou dele. Mas acabou solto em todas as ocasiões porque a polícia não sabia estar diante de um foragido. Silva disse aos policiais ter perdido os documentos e se identificou como Gabriel, nome de seu irmão. A desculpa foi suficiente para enganar a polícia, mas já se sabe que nada teria acontecido ainda que Adriano da Silva fosse identificado. Durante muitos meses, a Secretaria de Segurança do Paraná, Estado de onde ele fugiu, deixou de alimentar o sistema nacional de informações policiais. Ou seja, não haveria como saber que se tratava de um bandido foragido. Em liberdade, Silva mataria uma vez mais. Novamente, a polícia o capturou com a ajuda de uma testemunha que viu a vítima com o assassino.

Eudóxio Donizete Bento
Número de vítimas: 10 ou mais
Local dos crimes: Presidente Prudente (MG)
Período: 2000

José da Paz Bezerra – O Monstro do Morumbi
Número de vítimas: 10 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1970

Benedito Moreira de Carvalho – O Monstro de Guaianazes
Número de vítimas: 9 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1950 a 1953

Anestor Bezerra de Lima – O Matador de Taxistas
Número de vítimas: 9 ou mais
Local dos crimes: São Paulo e Minas Gerais
Período: 2004
Agosto de 2004.

Um desconhecido chega à cidade de Pouso Alegre, sul de Minas. Contrata uma corrida de táxi para São Paulo. O motorista não pode viajar. Mas convida um amigo para fazer o serviço: Daniel de Souza Lima.

“Pediu pro Daniel levar o rapaz em São Paulo. Eles saíram pra levar o rapaz e ele não apareceu mais”, conta José de Oliveira Lima, pai de Daniel.

Daniel pega o desconhecido na hora marcada. Segue pela estrada. Um dia depois, o corpo dele é encontrado com um tiro na cabeça, em São Paulo.

Daniel foi a última vítima identificada pela polícia de um assassino em série que vem atacando motoristas de Minas Gerais. A tática é sempre a mesma: ele contrata uma corrida para São Paulo e o taxista e o carro desaparecem. Com a morte de Daniel já são seis as vítimas nos últimos 40 dias.

O primeiro ataque foi em Porteirinha. O taxista Edmárcio Martins, dia 23 de julho. Em Inhapim, o assassino pega o táxi de José Wanderley de Souza, dia 5 de agosto. O último contato do motorista com a família foi num posto de gasolina.

“O frentista falou que ele estava acompanhado de um rapaz, e o rapaz estava muito agitado, andava de um lado pro outro. E meu irmão parecia tranqüilo”, declara a irmã de José Wanderley.

Quatro dias depois, outra vítima: Hélio Gualberto Lord, em Lassance. No dia 12 de agosto, o ataque é na capital, Belo Horizonte. O motorista Flávio Augusto de Souza também desaparece. Dia 19 de agosto. A vítima é Willian Max de Souza Carvalho, na cidade de João Pinheiro. E, cinco dias depois, Daniel de Souza Lima, em Pouso Alegre.

“A notícia que temos é que o corpo foi encontrado e que o irmão reconheceu”, conta Rita de Cássia Luna, amiga de Daniel.

Willian e Flávio continuam desaparecidos. Os corpos de Daniel, Edmárcio, José Wanderley e Hélio foram encontrados numa região de mata fechada em São Bernardo do Campo, São Paulo. Não muito longe de onde mora a família do principal suspeito dos crimes: Anestor Bezerra de Lima.

“O perfil dele é de um criminoso comum. Mas com um profundo distúrbio psicológico. Ele não tem mais mecanismos para frear o ato violento. E essa falta de mecanismos está levando ele a cometer crimes em série, e muito próximos um do outro”, analisa o delegado Marcos Carneiro Lima.

Ex-motorista de ônibus, Anestor foi demitido por restrição em avaliação psicológica. O laudo aponta desestruturação psíquica e comportamento de grandeza e hostilidade.

“Na avaliação é dito que ele não aceita ordens, regras e normas. É um sujeito crítico, ou seja: uma bomba de retardo, pronta pra explodir a qualquer momento”, compara o delegado Lima.

Para identificar o homem – considerado o maior assassino em série de São Paulo desde a prisão do Maníaco do Parque – primeiro foi feito o retrato falado. Seguindo orientação de quem viu Anestor pegar os táxis.

“Ele tem estatura de 1,75m, aproximadamente. Ele possui a pele branca, tem cabelos curtos e castanhos. Tem os olhos castanhos”, detalha a delegada Cristina Cicarelli Masson.

Num vídeo, que o Fantástico mostra com exclusividade, Anestor aparece com óculos. Foi filmado quando participava de uma festa em Minas.

“A imagem congelada e a fotografia apresentada às demais testemunhas dos outros casos, o que possibilitou seu reconhecimento imediato”, explica a delegada Cristina.

A principal pista veio de um número de telefone que Anestor deixou com uma mulher, em Minas. Era de uma farmácia, perto de uma casa onde ele morou, em Diadema, São Paulo. Pela foto, os policiais do bairro identificaram Anestor Bezerra de Lima. Já fichado como ladrão e golpista.

“É pessoa que tem poder de convencimento muito grande, constrói uma história, e as pessoas acreditam na história, mesmo porque ele é estelionatário. Essa é uma característica do crime de estelionato”, diz a delegada Cristina.

O criminoso ainda desafiou a polícia. Ligou para o delegado cinco vezes, quando a mãe foi levada para depor. E mais: o assassino de taxistas chegou a conversar por telefone com a família e amigos das vítimas. E passava informações falsas.

“Ele se identificou como sargento Gabriel. Me deu a informação de que tinha ocorrida um acidente com uma van branca e que o Daniel estava em coma num hospital de Itajubá”, conta uma amiga de Daniel.

A ligação foi feita de Campinas, interior de São Paulo, no sábado, 28 de agosto. Dois dias depois, um taxista de Campinas aparece morto na beira de uma estrada. O carro não foi levado. O motorista acionou o bloqueio de gasolina. Jaime Andrade da Silva, mineiro, de 52 anos, pode ser a sétima vítima do assassino de taxistas.

Douglas Baptista – O Maníaco de Santos
Número de vítimas: 8 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1992

Wanderley Antônio dos Santos – O Mestre Cão
Número de vítimas: 7 ou mais
Local dos crimes: Rio de Janeiro
Período: 1995

Fortunato Botton Neto – O Maníaco do Trianon
Número de vítimas: 7 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1986 a 1989

Entre o final de 1986 e meados de 1989, uma onda de misteriosos e brutais assassinatos de homossexuais masculinos chamou a atenção da mídia. O principal suspeito, o michê Fortunato Botton Neto, foi preso em agosto de 1989 e confessou ser um matador de homossexuais. Em encontros com jornalistas, os delegados encarregados da investigação atribuíram a Botton a autoria de 13 homicídios. E foi assim que ele passou a ser conhecido – como um típico serial killer, frio, cruel e incontrolável em seu desejo e prazer de matar. O jornalista Roldão Arruda reconstituiu cada um dos crimes imputados a Botton, também conhecido como Maníaco do Trianon.

Francisco de Assis Pereira – O Maníaco do Parque
Número de vítimas: 7 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1997 a 1998
Francisco de Assis Pereira, o “Maníaco do Parque”,
é um criminoso brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.

O psicopata já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, descrito por algumas mulheres sobreviventes de seus ataques, ele fugiu para o sul do país. Ao desaparecer, deixou apenas o jornal na sua mesa, o que alertou seus patrões (ele trabalhava como motoboy) que comunicaram a polícia que assim descobriram sua identidade. Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado para São Paulo.

Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, não portando revólver ou faca, conseguiu convencer nove mulheres, algumas até de classe média-alta e nível universitário, a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer.
A história ganhou dimensão nacional quando a jornalista Angélica Santa Cruz, então repórter da revista Veja e hoje diretora de redação da Gloss, conseguiu acompanhar o depoimento reservado do criminoso. Na matéria de capa da Veja daquela semana estava uma foto do maníaco com a frase “Fui Eu”.

O Maníaco do Parque, no interrogatório, relatou que era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um fotógrafo de modarevista importante procurando novos talentos, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.

Preso provisoriamente no presídio de Taubaté, que abriga os criminosos mais perigosos do Estado de São Paulo, Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da unidade confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo. Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.

Paulo Sérgio Guimarães – O Maníaco da Praia do Cassino
Número de vítimas: 7
Local dos crimes: Rio Grande do Sul
Período: 1998

Determinado a ter o nome inscrito na galeria dos criminosos seriais, um homem cujo semblante se recusa a exibir traços de arrependimento encara o diretor do Instituto Psiquiátrico Forense (IPF), em Porto Alegre, e desafia: “O senhor sabe que está diante de um dos cinco bandidos mais perigosos do Estado?” A pergunta, feita em tom de advertência, não surpreendeu o psiquiatra Luiz Carlos Coronel, encarregado de comandar a instituição que abriga criminosos com problemas mentais. O pescador Paulo Sérgio Guimarães da Silva, 29 anos, o Maníaco da Praia, confessou ter cometido sete assassinatos para imitar o Maníaco do Parque, Francisco de Assis Pereira, sua inspiração paulista. Preso depois de disseminar o terror na Praia do Cassino, na cidade de Rio Grande, no litoral gaúcho, Guimarães atacava casais de namorados. “Ele quer ser o número 1”, crê Coronel.

Dono de um perfil invulgar, o assassino de casais da Praia do Cassino não pode ser tratado como uma pessoa comum. O pretenso surto psicótico do qual teria sido vítima, porém, tende a ser uma esperteza, e não um caso clínico. Guimarães se descontrolou na madrugada do sábado 15, destruindo a cela onde estava no presídio de Rio Grande. Sedado, foi transferido para Porto Alegre, a 330 quilômetros dali. Chegou calmo, alimentou-se bem, tomou banho e pediu para vestir roupas limpas.

Convencido de que é uma espécie de super-herói das praias gaúchas, adota o figurino dos bandidos de filmes B – pelos quais tem predileção. No domingo 16 tentou promover novo quebra-quebra na cadeia, chegou a se livrar de uma das algemas, mas ficou nisso. No dia seguinte, foi transferido por decisão judicial, desta vez para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas. Deixou, em Porto Alegre, a impressão de ter encenado o surto para obter mudança de regime prisional. Não colou. “Em momento algum ele perdeu a orientação, a lógica, a coerência”, diz Coronel, o psiquiatra. Em Charqueadas, a 56 quilômetros de Porto Alegre, onde todas as celas são individuais, o Maníaco da Praia instalou-se com tranqüilidade e assim permaneceu. “Está calmo, não houve nenhum problema”, diz o capitão André Luís Pithan, da Polícia Militar, subdiretor do presídio. Não se arrisca a prever até quando durará a calmaria.

A decisão de colocar Guimarães em isolamento foi tomada pelo juiz Átila Barreto Refosco, da 1a Vara Criminal de Rio Grande, comarca na qual o caso está sendo conduzido. “Ele está muito instável”, comenta. “É melhor esperarmos para ver como se comporta.” Caso ocorra novo surto, será solicitado um exame de sanidade mental. A confissão do réu ajuda a fazer com que o processo caminhe. A polícia deverá concluir todos os inquéritos relativos ao caso dentro de uma semana.

Cirineu Carlos Letang – O Matador de Travestis
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1992 e 1993

Osvaldo Sonego – O Tarado de Tauí
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1996

Laerte Patrocínio Orpinelli – O Andarilho de Rio Claro
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1996 a 1997
O mais velho tinha 11 anos. A mais nova, 3. Era tudo muito rápido — a atração, o passeio até um lugar ermo, geralmente o abuso sexual e sempre a morte. Orpinelli esmurrava a cabeça das crianças, principalmente a boca e as têmporas. Algumas chegaram a ficar com o rosto desfigurado tamanha a violência dos socos. “Eu ficava nervoso e atacava”, contou o assassino a VEJA. Orpinelli pode não se lembrar de quantas crianças exatamente atacou, mas quando está diante da fotografia de uma delas dá detalhes da abordagem, da investida e do local onde deixou a vítima. Dos dez assassinatos cuja autoria ele admitiu, apenas três corpos não foram encontrados. Mas as informações fornecidas por Orpinelli sobre a hora e o local do rapto coincidem com as denúncias das famílias. Nos restantes, os exames dos médicos-legistas equiparam-se aos relatos do louco.

Os ataques de Orpinelli se concentravam em cinco cidades do norte de São Paulo. A distância entre uma e outra não ultrapassava 260 quilômetros. Nascido em Araras, na região, ele passou os últimos 25 de seus 47 anos perambulando pelo interior do Estado. Ia de um canto a outro de trem ou carona de caminhão. Vivia de lubrificar portas de bares e lojas com graxa. Como pagamento, recebia uns trocados, um prato de comida ou uma dose de pinga. Dormia em albergues para indigentes ou em construções abandonadas. Orpinelli tinha o costume de anotar em cadernetas a data da passagem em cada uma das localidades. A partir dos diários do andarilho, os investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o DHPP, cruzaram as informações escritas por Orpinelli com os casos de desaparecimento infantil. De 1995 até ser preso, ele visitou 26 cidades, que registram o sumiço de 120 crianças de até 12 anos.

Orpinelli assumiu a autoria de dez mortes violentas. Uma das vítimas é Crislaine Cristina dos Santos Barbosa, a garotinha de apenas 3 anos. Ela foi vista pela última vez em 25 de abril de 1999, em Pirassununga, a 206 quilômetros da capital. O andarilho confessou ter seguido a menina e a mãe dela, Nair, até a casa onde moravam. Encontrou a porta encostada e Crislaine sozinha na sala. Entrou e a levou no colo. “Eu não estuprei ela. Eu só matei com murros na cabeça e no rosto e quebrei os dentes. Saiu sangue do nariz e da boca. Eu não quis passar a mão nela”, contou ele à polícia. Quatro meses depois de Crislaine desaparecer, uma ossada foi encontrada em um canavial, atrás de um motel. O crânio estava sem os dentes da frente. Os ossos foram enviados para um teste de DNA, previsto para ficar pronto em fevereiro.

A polícia sabe que tem um trabalho duro pela frente. A confissão de Orpinelli apenas não basta. Ele diz ter matado em 1996, em Rio Claro, Aline dos Santos Siqueira, de 8 anos, e Anderson Jonas da Silva, de 6. Mas eles ainda estão desaparecidos. Como Orpinelli nunca enterrava suas vítimas, os corpos ficavam largados no mato, expostos às mudanças climáticas e aos ataques de animais. Além disso, Orpinelli vai e volta em suas declarações. Com a notícia de sua prisão, delegados de outras cidades foram até Rio Claro em busca de confissão para casos de desaparecimento ainda sem solução. O de Bauru levou a fotografia de uma menina sumida na década de 70. Mostrou a imagem dela para Orpinelli e quis saber: “Lembra dessa?” Ele respondeu: “Não é estranha”. O de Potirendaba obteve uma confissão informal do assassinato de uma garota no dia 12 de junho de 1997, às 11 horas. No mesmo dia, no entanto, Orpinelli estava a 175 quilômetros de distância. À 1 hora da tarde, ele raptou e matou Renata Campos, de 5 anos, em Araraquara. O delegado de Itu levou um caso de 1984. “Precisamos investigar. Mas a convicção de que tenha sido ele é fraca”, afirmou o delegado Moacir de Mendonça. O andarilho errou ao informar o local do crime. Além disso, ao lado do corpo, haviam sido encontrados um pote de vaselina e um par de luvas de limpeza — artefatos que Orpinelli nunca utilizou, ao menos nos crimes ligados a ele. Na entrevista a VEJA, disse: “Eu inventei tudo, confessei o que eles (a polícia de Rio Claro) falavam porque queria ser internado em um sanatório”.

Não seria a primeira internação do andarilho. Entre 1967 e 1969, Orpinelli foi internado doze vezes na Clínica Psiquiátrica Antônio Luís Sayão, em Araras. A última internação foi em 1993, por algumas semanas. O motivo, segundo José Carlos Naitzke, diretor da clínica: embriaguez patológica, doença em que uma pequena quantidade de álcool, por menor que seja, deflagra uma transformação de personalidade, muito comum em alcoólatras ou ex-alcoólatras. E Orpinelli bebe desde o final da adolescência. “Foi a bebida que me atrapalhou”, diz. Além disso, ele sempre foi violento. Sétimo filho de uma família de nove irmãos, na infância era amarrado pela mãe ao pé de uma mesa para evitar problemas com vizinhos. Quando se soltava, vingava-se atirando tijolos nela. Outra carcterística de sua personalidade: fixação por ser o centro das atenções. Nos últimos dias, durante os depoimentos, reclamava se era interrompido. “Estou falando”, esbravejava. De manhã, perguntava aos carcereiros: “Quantos clientes tem aí na porta?” Os clientes eram a imprensa e os delegados das cidades vizinhas.

José Vicente Matias – Corumbá
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: Goiás e Maranhão
Período: 2000

José Vicente Matias, o “Corumbá” (Firminópolis, Goiás), é um ex-artesão foi preso por assassinar e esquartejar seis mulheres após ter feito sexo com elas. Os crimes aconteceram entre 1999 e 2005. Além de matar, “Corumbá” praticou também canibalismo com os restos mortais das vítimas, ingerindo sangue e pedaços cerebrais das mesmas.

Nos depoimentos, “Corumbá” entrou em diversas contradições. Por vezes, mencionou sofrer “influências” do Diabo, que teria sussurrado em seu ouvido a suposta missão de matar sete mulheres. Alegou também, como sendo motivos para seus crimes, xenofobia e chacotas sofridas por sua impotência sexual. “Corumbá” já possuía passagens pela polícia por estupro e atentado violento ao pudor. Suas seis vítimas fatais foram:

a turista espanhola Núria Fernandes, de 27 anos, foi morta a pauladas na cabeça. Teve pedaços do cérebro e sangue ingeridos após ritual de dança. Alcântara (MA), 2005
a turista alemã Maryanne Kern, de 49 anos, morta no Maranhão e encontrada numa cova rasa. Ribeirinhas (MA), 2005.
a russo-israelense Katryn Rakitov, 29 anos. Pirenópolis (GO), 2004.
a goiana Lidiane Vieira de Melo, 16, passou um dia e meio amarrada enquanto Corumbá chupava o seu sangue. Depois, foi esquartejada. Goiânia (GO), 2004.
a baiana Simone Lima Pinho, 26, teve seu corpo jogado em crateras de garimpo e posteriormente coberto com pedras. Lençóis (BA), 2000.
a mineira Natália Canhas Carneiro, 15. Três Marias (MG), 1999.

André Luiz Cassimiro – O Estrangulador de Juiz de Fora
Número de vítimas: 5 ou mais
Local dos crimes: Minas Gerais
Período: 1995

Edson Isidoro Guimarães – O Enfermeiro da Morte
Número de vítimas: 5 ou mais
Local dos crimes: Rio de Janeiro
Período: 1999

José Augusto do Amaral – O Preto do Amaral
Número de vítimas: 3 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1926

Febrônio Índio do Brasil – O Filho da Luz
Número de vítimas: 2 ou mais
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1927

Febrônio Índio do Brasil. Os corpos de suas vítimas foram encontrados no ilha do Ribeiro, no Rio de Janeiro, nus, tatuados com as letras DCVXVI, e com marcas de estupro e estrangulamento. Auto-intitulado “Filho da Luz” (por estar em uma luta contra o demônio), ele abordava as vítimas com a promessa de um emprego que complementaria a parca renda familiar. Depois as levava para a isolada ilha do Ribeiro, onde as tatuava, estuprava e matava. O serial killer ainda tentou matar outros rapazes – todos com idades entre 8 e 14 anos -, que conseguiram escapar depois de sessões de tortura e estupro.

Quando foi preso, depois de ser reconhecido por familiares das vítimas, negou a autoria dos crimes. Mas acabou confessando ter estrangulado, em 13 de agosto de 1927, o menor Almiro José Ribeiro e jogado o corpo da vítima num matagal. Depois, assumiu a autoria do assassinato e estupro de Jonjoca, um menino de 10 anos. Ao levantar a ficha de Febrônio, os policiais viram que ele já havia sido preso 29 vezes, por fraude, pederastia e tendências homossexuais, tentativa de atentado violento ao pudor e exercício ilegal da odontologia. O Filho da Luz dizia ter visões que ordenavam que ele tatuasse dez rapazes para seguir sua missão contra o demônio. As letras tatuadas nas vítimas e em seu próprio tórax, segundo ele, significavam “Deus Vivo” ou “Imana Viva”. Com uma religiosidade aflorada, Febrônio chegou a mandar publicar o seu próprio evangelho, intitulado “As revelações do príncipe do fogo”. Todas as cópias foram queimadas pela polícia quando Febrônio, considerado inimputável, foi para o manicômio, onde permaneceu até morrer, aos 89 anos de idade

Francisco Costa Rocha – Chico Picadinho
Número de vítimas: 2
Local dos crimes: São Paulo
Período: 1996 e 1976

Primeiro crime
Francisco Costa Rocha cometeu seu primeiro assassinato em 1966, quando vivia uma vida muito boêmia, com muita bebedeira e mulheres, também usava drogas. Com o passar do tempo necessitava todos os dias fazer sexo, sair e beber muito. Seu primeiro assassinato seguido de esquartejamento foi em 1966. Sua vitima era Margareth, uma boêmia conhecida de seus amigos. Após passarem em alguns restaurantes e bares, Francisco a convidou para terem relações sexuais. Assim ela aceitou ir ao apartamento, na época dele e de Caio(amigo cirurgião-médico da aeronáutica). Francisco nem chegou a consumar o ato. Após algum tempo, ele começou a ter um jeito violento, e tentou estrangulá-la(de fato o fez), com a mão, e terminou com o cinto. Após ver Margareth morta no quarto, pensou que deveria sumir com o corpo dali. Tirou o trinco da porta do banheiro para melhor locomoção, levou-a, e a deitou de barriga para cima. Usou instrumentos bem rústicos, na realidade, os primeiros que viu pela frente: Gilete, tesoura e faca foram os principais usados. Começou a cortar pelos seios, depois foi tirando os músculos e cortando nas articulações, a fim de que o corpo ficasse menor para poder esconder… Vale ressaltar que Francisco esquartejou Margareth pelo fato de ter medo das ações que viriam após ter causado sua morte, concluindo assim que teria de esconder o corpo. Demorou cerca de 3 a 4 horas até desmembrar a vitima e colocar dentro de uma sacola(pois também sabia que o amigo com quem dividia seu apartamento estaria para chegar). Quando Caio chegou, Francisco disse que tinha uma coisa para contar, e falou que havia matado alguém. Não contou como, nem porque, mas disse que o corpo ainda estava no apartamento. Pediu um tempo para Caio para que pudesse avisar sua mãe e contratar um advogado. De fato, viajou à procura de sua mãe. Ao chegar, avisou uma amiga e não teve coragem de falar o que realmente acontecera, apenas informando que algo de grave havia ocorrido, e pedindo para avisar sua mãe. Ao retornar, seu amigo Caio havia avisado ao delegado de homicídios, que prendeu Francisco, que não reagiu à prisão em momento algum.

Segundo crime
Após ter sido liberado por bom comportamento, Francisco voltou a cometer um esquartejamento, porém, desta vez, destrinchou sua vítima com um cuidado muito maior, e tentou jogar alguns pedaços pelo vaso. A vitima se chamava Suely e tinha vários codinomes. Depois de matá-la e esquartejá-la, tentando fazer com que o vaso levasse partes do corpo, ele não consegue colocar o corpo todo no vaso sanitário, e depois anda com as partes do corpo da moça.

Foi detido e condenado pela primeira vez por ter assassinado e esquartejado uma bailarina. Para se livrar do corpo, colocou os pedaços dentro de uma caixa de papelão em um apartamento alugado em São Paulo, fugindo em seguida para o Rio de Janeiro – ele de fato não fugiu para o Rio de Janeiro, mas avisou seu amigo Caio, e após isso pediu certo tempo para avisar sua família e contratar um advogado. Caio, já sabendo do crime, ficou sem saber ao certo o que devia fazer, e contatou a Delegacia de Homicídios.

Na época, a exibição pela imprensa das fotos de suas vítimas cortadas em pedaços sensibilizou bastante a opinião pública, fazendo com que o criminoso fosse condenado a 30 anos de prisão.

Prisão
Por ser considerado perigoso, Chico Picadinho continua preso até hoje, apesar de já ter cumprido a pena máxima prevista pelo Código Penal brasileiro, que corresponde a um período de trinta anos. Hoje, encontra-se no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Arnaldo Amado Ferreira, na cidade de Taubaté.

Estudante de Direito à época dos crimes, Chico Picadinho é um homem muito culto. Até hoje passa seus dias na prisão praticando a pintura. Ao cometer seus crimes, ele agiu sob a influência do romance Crime e Castigo de Dostoiévsky, a quem chamou de Deus numa entrevista. Também é um grande fã da obra de Kafka.

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maio 19, 2010 Posted by | MACABRO E REAL | 1 Comentário

John Wayne Gacy: o palhaço assassino!!!!





Ainda Que A primeira vista John Wayne Gacy se mostrasse Uma Pessoa cordial e educada, em Seu interior se escondia Uma alma impiedosa Capaz de cometer crimes atrozes OS E mais inimagináveis. Os psicólogos apontaram Como Possível Causa de Seu transtorno Uma Artéria cerebral estourada Produto de hum tombo de cabeça sem jardim de SUA casa.

A imagem Abaixo É da Campanha de anistia Internacional de Porto Rico: “John Wayne Gacy Foi acusado de torturar, sodomizar e assassinar um nove com idade 33 anos Entre Homens e Vinte. Em 1980 Um caso Seu Júri resolveu”.

Seu “modus operandi” seguia ALGUNS Claros Parâmetros muito. John Costumava dirigir Seu Carro Pelos Arredores da Cidade em busca de Jovens pedindo carona, Garotos prostitutos homossexuais Solitários ou. Seguidamente oferecia parágrafo levá-los para Alguma zona de bares Proxima. Uma Vez Dentro do Carro OU clorofórmio atacava-os com apontava Uma pistola e levava-os par SUA casa n sodomizá-los e agredi-los sexualmente.

QUANDO O Corpo da vitima Já Não Mais respondia enterrava sem jardim de casa SUA Que, DEPOIS DE 23 Cadáveres Ficou Pequeno. A partir daí comecou atirar um SO das Vítimas corpos no rio.

Os crimes
Em 22 de maio O Homem Que carga conquistou o de vereador (Também postulado Por John), Jeffrey Rignall, n Saiu uns drinques Tomar. Um Carro cortou o Caminho-LHE e se ofereceu parágrafo LeVar-LHE Até a Região dos barzinhos …

Rignall aceitou o Convite sem o suspeitar Que aconteceria em seguida. John Wayne Gacy atacou com clorofórmio-LHE bis seguinte imagem Que Rignall VIU Foi em nu John SUA Frente exibindo Uma Impressionante Coleção de Objetos de tortura sexual. Passou Rignall Toda A Noite aprendendo nd Própria carne uma dolorosa teoria Que Seu seqüestrador ia Explicando-LHE em pormenores.

À Manhã seguinte, o Torturado Jovem e traumatizado Apareceu Cheio de feridas e com o fígado destroçado Pelo clorofórmio Diante da Estátua de Lincoln Park em Chicago. Teve uma sorte de Estar Ainda vivo. Em anos Apenas seis, 33 Jovens Como viveram um elemento Experiência MESMA.

O surpreendente de tudo isto, É Que Uma Vez cumprido Seu OS enterrava corpos ritual Mesmo sem jardim de casa SUA Onde organizava festas conhecidas como Mais do bairro. Numa chegaram Ocasião uma festejar ali Mais de trezentas Pessoas.

Como saíam de Pessoas SUA casa comentando Duas Coisas Como Agradável era mau EO Homem Aquele cheiro: que exalava de Seu jardim. Sua Segunda Esposa estava convencida De que embaixo dos encanamentos de SUA casa UM Tinha ninho de ratos mortos. Ele assegurava Que era o cheiro de Uma Rede de esgoto Próxima dali …

Captura e condenação

Em dezembro de 1978, a mãe Jovem de UM de 15 anos, Robert Piest, Começou a impaciência-SE AO ver Que Ele Não regressava do trabalho. O garoto ganhava UM DINHEIRO Como ajudante farmácia e NUMA Tinha Uma entrevista de Emprego com John Wayne Gacy Naquele dia.

O desaparecimento Foi Comunicado urgentemente à Polícia, Gacy intimou Que, Que Autoridades se apresentou como “e negou qualquer Relação com o garoto.

DEPOIS DE Uma árdua Luta burocrática, a Polícia Ordem Uma CONSEGUIU de busca e Uma Vez Que entraram em SUA casa encontraram o arsenal completo Mais de Instrumentos de tortura jamais visto. Não Precisou Muito Para quê confessasse Gacy e entregasse à Polícia hum completo mapa jaziam Onde 23 dos 33 Cadáveres.

Em fevereiro de 1980 comecou o Pelos crimes cometidos Julgamento. Em 1988 Foi condenara a 21 prisões perpétuas EA 12 penas de morte.

Durante os anos Que esteve nd Prisão se dedicou à pintura cujos quadros chegaram um valor de UM ter Mais de 300 mil Dólares. Ademais concedeu Diversas entrevistas NAS SUA Vítimas qua chamava de “viadões” e escoria da Humanidade.

Em nove de maio de 1994 DEPOIS de ter ingerido camarão, frango, batatas e Morangos Foi executado com Injeção Uma letal. SUAS Últimas palavras foram:

– “Meu Cu Beijem! Nunca saberão Onde estão enterrados Os demais”.

Curiosidades:

– A cela Onde esteve Gacy Ficou Preso Foi USADA Recentemente n rodar uma aclamada série Prison Break.

– Jonathan Davis, vocalista da banda Korn, Comprou o traje de palhaço de Gacy.

– O ex-tecladista da banda de Marilyn Manson Usou parte do Nome de John parágrafo sua “nova identidade”: Madonna Wayne Gacy.

maio 19, 2010 Posted by | MACABRO E REAL | Deixe um comentário

Anatoli Onoprienko!!


O maior assassino em série da história da Ucrânia, Anatoli Onoprienko, confessou aos guardas da penitenciária na qual cumpre pena de prisão perpétua que uma “voz superior” pediu que ele voltasse à ativa e matasse 250 pessoas, informa hoje o jornal Segodnia.
Onoprienko, acusado de pelo menos 52 mortes e entre cujas vítimas se encontram dez crianças, não descarta que seja solto e retorne à sua terrível atividade, disse uma fonte do departamento penal estadual.

O assassino foi condenado à morte em 1999 pelo tribunal da cidade de Zhitomir, 200 km ao oeste de Kiev, mas a condenação foi comutada por prisão perpétua.

O próprio condenado disse então em entrevista: “É melhor que me matem, porque quando sair continuarei matando gente”.

Na penitenciária, Onoprienko é pouco sociável e se recusa a se reunir com jornalistas.

Os outros presos evitam entrar em contato com ele devido às conseqüências imprevisíveis.

Ele permanece recluso em uma cela isolada, a qual abandona apenas para tomar seu banho de sol diário de uma hora sob rígidas medidas de segurança.

Onoprienko não quer escrever suas memórias sobre os crimes cometidos, apesar de ter recebido boas propostas, e também não responde às cartas que lhe são enviadas.

Segundo o responsável de Zhitomir, Onoprienko não possui qualquer tipo de privilégio, como tinham insinuado alguns jornais, mas vive em condições próprias de uma penitenciária dessas características.

O funcionário não explicou as razões pelas quais Onoprienko espera recuperar a liberdade no futuro e só afirmou que a administração do centro penitenciário garante que é impossível que ele escape da prisão.

Durante a investigação, Onoprienko fez referência em mais de uma ocasião a “vozes superiores” e “forças intergalácticas”.

Ao longo do processo contra o assassino, que durou mais de três meses, compareceram 150 pessoas que sobreviveram aos ataques que Onoprienko cometia contra homens, mulheres e crianças, dos quais abusava sexualmente e esquartejava com crueldade depois de mortos.

Além disso, compareceram mais de 300 testemunhas e familiares das vítimas, criminalistas e especialistas em psiquiatria, que certificaram que o assassino não sofre de doença mental.

Onoprienko foi detido pela Polícia em 1996 e confessou que, desde de 1989, cometeu pelo menos 52 homicídios, separadamente ou múltiplos.

A Polícia qualificou Onoprienko de criminoso muito perigoso, com antecedentes penais em Ucrânia, Alemanha, Áustria, Suécia e Dinamarca, onde cometeu vários roubos e assaltos.

maio 19, 2010 Posted by | INSANIDADE | Deixe um comentário

AS 10 MAIORES ASSASSINAS DO MUNDO!

Para montar este ranking chocante, levei em conta o total de assassinatos e o absurdo das mortes: envenenamentos em serie, picadinho de familiares, asfixia de filhos… Socorro!
As mulheres fatais deste TOP 10 fazem qualquer marmanjo morrer de medo!

1- ELIZABETH BATHORY


Época em que atuou: Entre 1600 e 1611, na Hungria
Quantos matou: Entre 40 e 600
O que fez: A rainha das serial killers era uma condessa húngara muito louca. Interessada por magia negra, Elizabeth acreditava que conseguiria continuar jovem para sempre – desde que tomasse banho em sangue humano! Para o “tratamento rejuvenescedor”, ela ordenava o rapto de garotas dos vilarejos próximos ao seu castelo. Depois, torturava, assassinava e usava o sangue das vítimas
Que fim levou: Por pertencer à nobreza, Elizabeth nunca foi acusada formalmente de qualquer crime. Mas o rei da Hungria Mathias II ordenou que ela ficasse presa na torre de seu próprio castelo, onde morreu em 1614 de causas naturais

2- MARY ANN COTTON

Época em que atuou: Entre 1852 e 1872, na Inglaterra
Quantos matou: Entre 15 e 21
O que fez: Ainda jovem, ficou grávida de um ferroviário e casou-se com ele. As suspeitas começaram quando o marido e alguns de seus filhos morreram por complicações gástricas. Depois, o segundo marido e mais dois filhos dele foram pro céu com sintomas parecidos. A mesma coisa aconteceu com um terceiro marido e outros parentes…
Que fim levou: A polícia concluiu que Mary Ann matava suas vítimas envenenando-as com arsênico e ficava com o seguro deixado pelos maridos mortos, eliminando possíveis herdeiros rivais. Foi enforcada em 24 de março de 1873


3- MARYBETH TINNING

Época em que atuou: Entre 1972 e 1985, nos Estados Unidos
Quantos matou: 9 ou mais
O que fez: Mesmo com saúde normal, seus nove filhos tiveram de ser hospitalizados às pressas e acabaram morrendo. A princípio, os médicos acreditaram tratar-se de alguma doença genética herdada da mãe. Mas a explicação furou em 1981, com a morte de um menino de 2 anos de idade adotado por Marybeth. Num inquérito policial, ela confessou ter sufocado três de seus bebês ainda no berço
Que fim levou: Condenada em 1987, cumpre pena numa prisão em Nova York. Em 2007, um juiz irá decidir se ela terá direito à liberdade condicional


4- MARIE NOE

*Entre 1949 e 1968,Marie Noe teve 10 filhos mortos de forma misteriosa.A investigação inicial durou 20 anos e não esclaraceu nada.Em 1998 foi reaberto o caso,e Marie confessou ter assasinado oito filhos-todos com idade entre 2 semanas e 14 meses.

*Marie alega ter sofrido danos cerebrais na infância ao participar de testes com medicamentos contra escarlatina-doença infecciosa comum em criança.Sua dificuldade de aprendizado,relacionada á leitura,também foi usada como argumento da defesa durante o julgamento.

*O marido de Marie,Arthur Noe,ainda vive na casa em que aconteçeu,na cidade na Filadélfia.O marido admitiu que o casal tinha problemas com alccolismo e até hoje defende a inocência da Esposa.

*Em 1998,um sargento e dois detetives reabriram o caso e foram auxiliados pelo policial aposentado Joe McGillen,participante da investigação inícial.Durante o interrogatório,que durou 11 horas,Noe descreveu como sufocou seus três primeiros filhos com um travesseiro.

*Patologistas envolvidos com o caso no passadado revisaram cerca de 50 anos de informações sobre a família Noe.Que descartou a possibilidade de doença pisicológica.

*Suspeita de Síndrome da Morte Súbita Infantil(SMSI) tivesse acometido as investigaçoês.Apelidada de ”Morte do berço”a SMSI se caracteriza pelo óbito inexplicável de bebês aparentimente sadios,com idade entra 1 mês e 1 ano de vida.

*A justiça estipulou Marie servisse como fonte viva de pesquisa médicas.Suspeita-se que ela tenha síndrome de Münchhausen-por ferir outras pessoas a fim de chamar atenção-ou desordem dissociativa de indentidade-perda ou interrupção de memória,consciência ou indentidade.

Marie pagou fiança e foi liberada para cumprir a pena de 20 anos em seu lar.

Tabela das Crianças Mortas:

Richard (Março 7, 1949–Abril 7, 1949)

Elizabeth(Setembro 8, 1950–Fevereiro 17, 1951)

Jacqueline (Abril 23, 1952–Maio 3, 1952)

Arthur Jr. (Abril 23, 1955–Abril 28, 1955)

Constance (Fevereiro 24, 1958–Março 20, 1958)

Letitia (natimorto, agosto 24, 1959; a causa de morte era nó do cabo de cordão umbilical)

Mary Lee (junho 19, 1962-Janeiro 4, 1963)

Theresa (morta no hospital, junho 1963; a causa de morte era ” diathesis” hemorrágico congenital)

Catherine (Dezembro 3, 1964–Fevereiro 24, 1966)

Arthur Joseph (Julho 28, 1967–Janeiro 2, 1968)


5- GENENE JONES

Época em que atuou: Entre 1981 e 1983, nos Estados Unidos
Quantos matou: 50 ou mais
O que fez: Contratada como enfermeira por um hospital do Texas, foi acusada de aplicar injeções com medicamentos letais. Por causa disso, mais de 50 bebês, crianças e idosos teriam ido estudar a geologia dos campos santos. Mas provas decisivas da maioria das mortes nunca foram apresentadas
Que fim levou: Foi condenada em 1984 por dois assassinatos que puderam ser comprovados. Suas penas somam 159 anos de prisão e ela segue presa até pelo menos 2009, quando terá direito a pedir liberdade condicional


6- BELLE GUNNESS

Época em que atuou: Entre 1900 e 1908, nos Estados Unidos
Quantos matou: Mais de 40
O que fez: Belle levava uma vida sossegada, não fosse por algumas coincidências: seu primeiro marido morreu subitamente. O segundo marido também foi pro saco, junto com o bebê que ele trouxera do outro casamento. Também rolaram mais umas 40 mortes estranhas: amantes, filhos, uma sogra… Em 1908, ela sumiu, depois de um incêndio em sua fazenda
Que fim levou: Investigações indicam que Belle envenenou vários familiares e amigos. Mas até hoje é um mistério se ela morreu no incêndio de 1908 ou se conseguiu escapar…


7- ROSEMARY WEST

Época em que atuou: Entre 1977 e 1987, na Inglaterra
Quantos matou: Pelo menos 10
O que fez: Estuprada na adolescência, Rosemary começou sua carreira de serial killer depois de juntar os trapinhos com o marido Fred West. Por dez anos, o casal atraía para sua casa garotas desabrigadas. As meninas eram torturadas, violentadas e, depois de mortas, tinham o corpo desmembrado. Após a prisão do casal, a polícia encontrou na casa o cadáver de uma de suas filhas e os restos de outras nove mulheres
Que fim levou: Condenada à prisão perpétua em 1995 por dez mortes, cumpre pena até hoje

8- AILEEN CAROL WUORNOS

Época em que atuou: Entre 1989 e 1990, nos Estados Unidos
Quantos matou: Provavelmente 7
O que fez: Teve uma infância de dar dó: era filha de um homem acusado de pedofilia, foi abandonada ainda criança pela mãe e criada por avós maternos que a espancavam. Para piorar, Aileen teria sido estuprada na adolescência – ela acusou o próprio avô. Depois, envolveu-se com uma amante lésbica e virou prostituta, matando pelo menos seis clientes num período de alguns meses
Que fim levou: Condenada à morte, foi executada em 2002. Sua história inspirou o filme Monster – Desejo Assassino (2004)

9- JANE TOPPAN

Época em que atuou: Entre 1880 e 1901, nos Estados Unidos
Quantos matou: Pelo menos 31
O que fez: O mundo de Jane caiu quando o noivo tascou-lhe um pé na bunda. Rejeitada, a moça tentou o suicídio. Sobreviveu e virou enfermeira particular, ostentando uma extensa lista de pacientes com mortes misteriosas. Em 1901, a polícia descobriu que ela aplicava em segredo doses letais de morfina em seus clientes
Que fim levou: Jane confessou 31 assassinatos e disse que queria tornar-se a maior assassina da história. Foi considerada louca e internada num asilo, onde morreu aos 84 anos

10- NANCY HAZLE DOSS

Época em que atuou: De 1927 a 1953, nos Estados Unidos
Quantos matou: Pelo menos 4
O que fez: Seu pai a forçava a cortar lenha aos 5 anos de idade e a obrigou a casar com um rapaz que mal conhecia. Em 1927, duas das quatro filhas do casal morreram – supostamente, por intoxicação alimentar. Nancy se separou e voltou a casar mais quatro vezes, mas todos os maridos tiveram morte suspeita. Em 1945, um neto morreu sob seus cuidados. O mesmo aconteceu com uma sogra anos depois
Que fim levou: Admitiu o assassinato de quatro maridos e foi condenada à prisão perpétua em maio de 1955. Morreu de leucemia na cadeia em 1965.

maio 19, 2010 Posted by | TOP10 | 1 Comentário

FOTO DE UM ASSASSINO!

CLICK NA FOTO….

A foto em A seguir Foi Feita Por americano e fotografo ESTA Sendo divulgada Pela internet, deixando de lado qualquer discussão politica, e si Analizando o trabalho, achei espetacular, Ela Foi Feita atraves de Montagem de fotos dos Soldados Americanos mortos em Combate nenhuma Iraque ….

TODOS ELES ENVIADOS POR ESSE DITADOR TIRANO Bêbado …..

maio 19, 2010 Posted by | MACABRO E REAL | Deixe um comentário

CIRURGIA PLÁSTICA!

Se houvesse a necessidade de provar que dinheiro não compra tudo, esta seria uma prova irrefutável. A rica e divorciada Jocelyn Wildenstein gastou próximo a 2 milhões de euros em cirurgias plásticas tentando agradar o seu marido. O resultado não foi bem o esperado.

A socialite americana, nascida Jocelynnys Dayannys da Silva Bezerra em Lausanne, que recebeu o apelido de Noiva de Wildenstein, além do de Mulher Gato, foi aclamada recentemente pela revista Maxim como a mais assustadora celebridade do mundo desbancando outra afeita a cirurgias plásticas extremas, Donatella Versace.

Top 10 Celebridades mais assustadoras:

1.Jocelyn Wildenstein
2.Donatella Versace
3.Ace Frehley
4.Gary Busey
5.Diana Ross
6.Wayne Newton
7.Smokey Robinson
8.Michael Jackson
9.Burt Reynolds
10.Willem Dafoe
Jocelyn iniciou as cirurgias lá pelos finais dos anos setenta temendo que seu marido a deixasse por outra. Ela embasou as suas cirurgias em faces felinas, animais que ela adora, acreditando que assim poderia ficar mais atraente.

Dizem que a primeira vez que Wildenstein viu a esposa “esculpida”, soltou um grito de horror incapaz de reconhecê-la.

Um amigo disse que Wildenstein havia o confidenciado que não podia acreditar no que a esposa fazia:
– “Ela parece crer que o seu rosto é como o frontal de uma casa que de vez em quando você vai lá, reboca, pinta e ela fica bonita de novo”.

Depois de achar o seu marido na própria cama com uma modelo russo de 19 anos, ela se divorciou e recebeu uma grande quantia, não divulgada, de milhões de dólares. Já, o ex-marido Alec Wildenstein, morreu na segunda-feira(18/02) com 67 anos.

maio 19, 2010 Posted by | FOTOGRAFANDO | Deixe um comentário

As mais feias do mundo!

Garanto que depois deste post voce vai dar mais valor a pessoa que voce tem! se não for pior que estas é claro… bons pesadelos !!!!!!

chuta que é macumba…..

maio 19, 2010 Posted by | FOTOGRAFANDO | 2 Comentários